
"EU NÃO TINHA este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força, tão paradas e frias e mortas; eu não tinha este coração que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança, tão simples, tão certa, tão fácil:
In: Flor de poemas. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2003. p. 63-64.
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força, tão paradas e frias e mortas; eu não tinha este coração que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança, tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida a minha face?"
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